junho 02, 2008

"Tempo fazia que ele andava com o coração nas mãos, a vagar de um lado para o outro a procurar por alguma coisa, algo que lhe fizesse enfim sublimar toda aquela condensação de dores remotas... dores que não lhe cansavam de atormentar os sentidos. Saiu de casa naquele dia sem grandes propósitos, encontrar amigos e sorrir eram os traçados planos. E menos ou mais, os fatos assim aconteceram. Abraços mornos, líquidos sorridentes... ah! e a lua? Que ele nem poderia saber como viria iluminá-lo...."


Fragmento do texto de José Pedro de Carvalho Neto e Daline Lucena.

3 comentários:

Rudsson Santos disse...

Que ele nem poderia saber como viria iluminá-lo

quem diria né?

:)
ainda diz que eu não comento
¬¬

::D

Mau Camus disse...

Vi seu comentário no blog do Danival e vim dar uma olhada, afinal, não é todo dia que encontro blogger's de Salvador e região metropolitana. Muito legal esse trecho que disponibilizou e muito bom o texto em que fala do 'quebrar o ovo'.

Abs

Pedro Carvalho disse...

E o mundo aconteceu normalmente... muita era a quantidade de informação. Zoé tinha se encantado com aquele
Basilio desde o primeiro momento que pos os olhos naquele jeito que o mundo não queria ver...e ele? O que estaria pensando?