outubro 19, 2008

E agora o amanhã cadê?

Desce filha minha, vai sentir a falta de eternidade a ranger os seus ossos. Desce para deleitar-se com esse ar de coragem insuflado em seus pulmões. Aproveita, e tenta nao desabar quando você vir aquele mesmo braço seu, que você adora segurar segurando outro. Procura não entrar em crise quando olharem para você sem o mínimo de reconhecimento. A verdade dura pouco no lugar onde você vai estar. Mas tenta não absorver as tristezas....se esvai na alegria, na intesidade de alguns momentos infindáveis de exclusividade.
Não perece centelha minha, não se contamine com essa erva viciosa do amor, apenas sente. Não se enfureça quando vir que aquela película de carinho, amizade e compreensão se desvanecerá na correnteza de sentimentos obscuros....
O tempo vai passar, o braço de lá continuará a ser, e você é quem vai rerornar para o seu lugar de origem. Pesar, medir e verificar no final, se os frangalhos os quais se encontram o seu coração valeram ou não a pena. Afinal, tu quiseste ó querida, descer e rolar nessa perfumada lama.


"Não faz disso esse drama essa dor,
É que a sorte é preciso tirar pra ter
Perigo é eu me esconder em você..."

5 comentários:

Matheus disse...

Que lindo ver a menina poetisa bailando por dentre as palavras da vida...ainda continua de pé a proposta do livro viu? Bjos

Simone Schuck disse...

Perfeito, Daline! Adorei mesmo - e me identifiquei muito. Você que fez?
Beijos

Anônimo disse...

lama? eca!

"por que se sujar faz bem!"
sabe q não concordo com isso.

¬¬

Rudsson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rudsson disse...

"Eu já cai
Já tô no chão
E tô torcendo pra você ficar na merda
Como eu também estou nessa merda"
Mombojó, sempre define vc baby.

e a resposta ao título é, Não!
xau ...